Que história é essa de Libra?
O assunto é quente e vai esquentar ainda mais nos próximos meses.
O Facebook tem trabalho há algum tempo na criação de sua moeda virtual: a Libra.
O líder do projeto, David Marcus, disse que a ideia é o grupo criar um sistema de pagamentos mais eficientes.
Recentemente, Marcus afirmou que a moeda não será controlada por apenas uma empresa. A afirmação é uma tentativa de reduzir os questionamentos acerca do projeto.
A Associação Libra, criada para lançar a moeda, teve um início arrebatador, mas foi perdendo força ao precisar cumprir requisitos regulatórios e ter notada a ausência de grandes empresas no projeto. O lançamento foi feito pela associação no dia 14 de outubro, em Genebra, mas não contou com a participação de gigantes como Visa, Mastercard e PayPal.
De todo jeito, o tema esteve no centro das atenções e ganhou grande repercussão ao ser abordado por instituições como o FMI e pelo Banco Mundial, em Washington.
A ideia de Mark Zuckerberg é a de lançar a moeda em junho de 2020. E ao invés de ter uma unidade sintética, a moeda teria uma série de stablecoins. Ou seja, uma stablecoin em dólar, uma stablecoin em euro, uma stablecoin em real... e por aí vai.
A opção não é ainda a favorita de seus criadores.
O Facebook tem trabalho há algum tempo na criação de sua moeda virtual: a Libra.
O líder do projeto, David Marcus, disse que a ideia é o grupo criar um sistema de pagamentos mais eficientes.
Recentemente, Marcus afirmou que a moeda não será controlada por apenas uma empresa. A afirmação é uma tentativa de reduzir os questionamentos acerca do projeto.
A Associação Libra, criada para lançar a moeda, teve um início arrebatador, mas foi perdendo força ao precisar cumprir requisitos regulatórios e ter notada a ausência de grandes empresas no projeto. O lançamento foi feito pela associação no dia 14 de outubro, em Genebra, mas não contou com a participação de gigantes como Visa, Mastercard e PayPal.
De todo jeito, o tema esteve no centro das atenções e ganhou grande repercussão ao ser abordado por instituições como o FMI e pelo Banco Mundial, em Washington.
A ideia de Mark Zuckerberg é a de lançar a moeda em junho de 2020. E ao invés de ter uma unidade sintética, a moeda teria uma série de stablecoins. Ou seja, uma stablecoin em dólar, uma stablecoin em euro, uma stablecoin em real... e por aí vai.
A opção não é ainda a favorita de seus criadores.
9 coisas que você precisa saber sobre a Libra
1 - Qual a finalidade da Libra?
Zuckerberg pretende facilitar transações pela internet, principalmente para cerca de 1 bilhão de pessoas que não possuem contas em bancos ou acesso a sistemas financeiros, mas possuem acesso à internet via smartphones. Claro que por trás dessa definição romântica está uma clara intenção de impulsionar o comércio dentro das redes sociais.
2 - Quando estará disponível no mercado?
A previsão de lançamento é junho de 2020.
3 - Quem são as empresas por trás da Libra?
A Associação Libra é um consórcio sem fins lucrativos composto por vários players financeiros do mercado. Entre as empresas estão: Booking, Uber, Spotify, Mercado Pago e Vodafone. A expectativa é de que às portas do lançamento da moeda, já sejam 100 empresas. Porém, a ausência de gigantes como Visa, Mastercard e PayPal já foi notada.
4 - Seria o fim da Bitcoin?
A expectativa é que a Libra seja usada tanto no universo físico como no virtual, por meio do apoio das empresas do consórcio, algo que, em quase uma década, o bitcoin não conseguiu. Ela seria menos volátil e se apresentaria como uma solução aos cartões de crédito e dinheiro físico.
5 - O que o Facebook ganharia com isso?
Ainda não está clara a participação do Facebook neste processo, mas é bem nítido que a empresa tem tomado as rédeas do projeto. A empresa quer que o usuário seja capaz de fazer transações pelo WhatsApp e pelo Messenger.
6 - E a variação da moeda?
O white paper divulgado traz algumas peculiaridades da sobre a tecnologia que envolve a moeda. Os seus criadores afirmam que seu valor de mercado não vai flutuar de forma agressiva assim como acontece com a Bitcoin e outras criptomoedas, ou seja, seu valor será relativamente estável.
7 - Como isso será garantido?
Para garantir a estabilidade, a Libra será apoiada por uma reserva de ativos reais.
8 - Haverá custos e taxas
Sim. Zuckerberg, no entanto, afirma que será um valor baixo.
9 - A moeda será segura?
A segurança nesses casos de moedas virtuais, depende do grau de segurança do próprio usuário. A Libra poderá ser armazenada em qualquer carteira digital, mas por aqueles que optarem pela armazenagem na carteira digital da Calibra - subsidiária do Face - a empresa afirma que vai fazer de tudo para combater o uso de forma fraudulenta, garantindo, inclusive, a devolução de valores para usuários afetados.
Tudo ainda é um mar de incertezas. Porém, na minha opinião, o Facebook pode estar dando um grande passo para aumentar o comércio eletrônico nas redes sociais. Ou seja, imagine comprar aquele produto que aparece para você no Instagram sem ter que deixar a plataforma? Imagine receber por um serviço prestado através de uma simples e ágil transação via WhatsApp? Muita coisa pode estar apontando no horizonte.
Zuckerberg pretende facilitar transações pela internet, principalmente para cerca de 1 bilhão de pessoas que não possuem contas em bancos ou acesso a sistemas financeiros, mas possuem acesso à internet via smartphones. Claro que por trás dessa definição romântica está uma clara intenção de impulsionar o comércio dentro das redes sociais.
2 - Quando estará disponível no mercado?
A previsão de lançamento é junho de 2020.
3 - Quem são as empresas por trás da Libra?
A Associação Libra é um consórcio sem fins lucrativos composto por vários players financeiros do mercado. Entre as empresas estão: Booking, Uber, Spotify, Mercado Pago e Vodafone. A expectativa é de que às portas do lançamento da moeda, já sejam 100 empresas. Porém, a ausência de gigantes como Visa, Mastercard e PayPal já foi notada.
4 - Seria o fim da Bitcoin?
A expectativa é que a Libra seja usada tanto no universo físico como no virtual, por meio do apoio das empresas do consórcio, algo que, em quase uma década, o bitcoin não conseguiu. Ela seria menos volátil e se apresentaria como uma solução aos cartões de crédito e dinheiro físico.
5 - O que o Facebook ganharia com isso?
Ainda não está clara a participação do Facebook neste processo, mas é bem nítido que a empresa tem tomado as rédeas do projeto. A empresa quer que o usuário seja capaz de fazer transações pelo WhatsApp e pelo Messenger.
6 - E a variação da moeda?
O white paper divulgado traz algumas peculiaridades da sobre a tecnologia que envolve a moeda. Os seus criadores afirmam que seu valor de mercado não vai flutuar de forma agressiva assim como acontece com a Bitcoin e outras criptomoedas, ou seja, seu valor será relativamente estável.
7 - Como isso será garantido?
Para garantir a estabilidade, a Libra será apoiada por uma reserva de ativos reais.
8 - Haverá custos e taxas
Sim. Zuckerberg, no entanto, afirma que será um valor baixo.
9 - A moeda será segura?
A segurança nesses casos de moedas virtuais, depende do grau de segurança do próprio usuário. A Libra poderá ser armazenada em qualquer carteira digital, mas por aqueles que optarem pela armazenagem na carteira digital da Calibra - subsidiária do Face - a empresa afirma que vai fazer de tudo para combater o uso de forma fraudulenta, garantindo, inclusive, a devolução de valores para usuários afetados.
Tudo ainda é um mar de incertezas. Porém, na minha opinião, o Facebook pode estar dando um grande passo para aumentar o comércio eletrônico nas redes sociais. Ou seja, imagine comprar aquele produto que aparece para você no Instagram sem ter que deixar a plataforma? Imagine receber por um serviço prestado através de uma simples e ágil transação via WhatsApp? Muita coisa pode estar apontando no horizonte.

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